Bem, a liga dos defensores de Novembro nos brinda com uma materia sobre mestrar para o 3DeT Victory com dicas basicas de como mestres devem agir, mas ela vai alem das dicas em em suas entrelinhas e não tão entrelinhas ela consegue ir mais longe e fazer uma ação genial.
Defensores de Tóquio Victory esta vindo ai, não sei quando mas está. Então deveríamos nós sentarmos e esperar pelo lançamento da nova encarnação de nosso amado jogo? Nana na ni na não... Aqui vou trazer algumas mudanças que tiveram inspiração do novo jogo pra dar uma cara diferente ao nosso Defensores de Tóquio Alpha.
Um estudo de pontos e vidas.
Se analisarmos meu blog podemos ver que alguns assuntos vão e voltam. Bem eu acho eles relevantes. E hoje vamos tratar de um que já passeou aqui, mas sob um ponto de vista um pouco diferente.
Um ATO eh uma medida de tempo para RPG que representa um conjunto de Cenas que possuem alguma ligação entre si, normalmente que se passam durante um dia.
Atos foram criados para se substituir dias na contagem prática do sistema. Atos dão mais flexibilidade em contagens como recuperação e gerenciamento de recursos. E recursos é realmente o que veremos aqui. Por isto.
Se tem uma vantagem do Defensores que acho pouco explorada é Área de Batalha, o que seria? Como invoco? Como se reproduzem? Bem vamos dar uma passeada nesta vantagem e descobrir outras formas e maneiras de melhorar esta vantagem tão interessante... E quem sabe também aprender a montar uma area de batalha improvisada.
UMA BRIGA DE TITÃS
Não é segredo para ninguém que eu não curti as novas regras de Escala para o novo 3D&T Victory, mas agora vamos falar mais um pouco sobre e saber se realmente eu gostei ou não? Então tira as sandalias que agora entras em terreno sagrado...
Em Julho de 2021 saiu a Dragão Brasil 169, nela temos uma matéria sobre o novíssimo Guilty Gear Strive, ótima matéria por acaso. Nela encontramos falando sobre Air Dash, um movimento muito característico do jogo e outros jogos de ação com o pezinho em animes. Então pensando aqui no final de semana cheguei na ideia de dar uma ajudinha para quem quer ficar pulando e kickando no ar... Digo queira mais opções de movimentação no 3D&T.
No domingo, dia 18 de Julho de 2021, eu comentei sobre Wushu e o principio da verdade narrativa e como esta forma de ver o jogar o RPG mudou minha perspectiva de ver nosso hobby como mestre. E uma pessoa me perguntou como seria isto, então me deu a ideia de vir aqui conversar um pouco sobre e demonstrar como é esta ideia do diab... ops não pera, tão inovadora...
Se tem uma coisa que me irrita nós RPGs main stream e em alguns Indie e que inclusive já falei aqui no blog, é a de se usar em um jogo de narrativas passagem do tempo para se limitar poder. Muita gente acaba adotando o famigerado 2 vez por dia ou noite de descanso ou quando passar o dia como regra.
Uma história de Licenças
Já tem um pa de tempo que vem se discutindo sobre uma licença livre do defensores de toquio e o que isso representa para a galera da comunidade. O que afinal podemos esperar, o que podemos usar e o que seria direito deles? Vamos falar um pouco de uma visão especifica que tenho...
Bem nós ja passeamos por aqui a um tempo atrás, mas vejo varias pessoas criticando a forma que o Defensores de Tóquio é pensado sem nem ao menos mergulhar nela. Bem, cada um carrega sua cruz...
Ou, Eu não quero morrer para galinhas!
Uma coisa que me deixa puto em jogos de fantasia medieval principalmente aqueles baseados em níveis, é que heróis em inicio de campanha sao muitas vezes mais frágeis que galinhas, sim isto mesmo se tu por um grupo de 4 galinhas dependendo do jogo elas podem depenar o grupo e 3D&T não ta fora deste problema.
Esquiva, uma regra polemica, esquiva uma regra pouco compreensiva. Por isto resolvi tirar um tempinho pra ter um papinho pequeno, mas legal sobre aspectos das regras que ficam nebulosos quando a gente usa regras alternativas do Manual do Defensor principalmente 2D6 e jogadas contra Dificuldade... Vem comigo...
Nestes dias de início de 2021, a coisa mais abalante do mundo dos games eh o lançamento de Guity Gear Strive e a nova temporada de SFV com o novíssimo V-SHIFT… o que coincidiu com a maravilhosa matéria da Dragão Brasil de Janeiro de 2021, que fala de jogos de luta para defensores de Tóquio com um combate todo novo para este tipo de jogo.
Aproveitando o novo ano, uma nova chance nova renascensa e por ai vai hehe... tem um assunto que queria trocar ideias com a galera a um bom tempo já. Esta postagem é mais para jogos que possuem pontos de vida, ja que jogos como Mutantes e Malfeitores isto ja é melhor coordenado. E minha pergunta bem basica é....
É preciso realmente se matar ao chegar a zero ou menos pontos de vida? Tem que ser tão complicado em regras se conseguir ataques que não sejam mortiferos para se conseguir capturar ou somente não assassinar mesmo?
Quem le e acompanha todo o meu material tanto voltado ao M&M e quanto ao Defensores Alpha, sabe que eu tenho alguns campos muito meus em minhas fichas, que uso até quando eu jogo. Um campo em especifico eu ja expliquei em um artigo anterior o campo sobre Persona. Agora eu notei que as pessoas ficaram curiosas com um outro campo que eu não tinha falado em detalhes e agora é hora de corrigirmos isto e assinar em baixo. Vamos falar da Assinatura.
Nova fase de postagens, olá pessoas que talvez leiam auqui ou que leiam. Hoje quero iniciar esta nova fase leve. Vamos falar de ser Impenetrável...
Um problema que eu vejo no MM e outros jogos de super heróis, não somente super herois mas sistemas por pontos de personagem, é quando se lida com artistas marciais muito habilidosos. Vou me focar a falar para Mutantes e Malfeitores mas pode ser estendido para todos os outros jogos onde ocorre o problema.
Um artista marcial muito habilidoso normalmente é representado por vantagens de combate, mas para representa-lo bem a ficha acaba acarretando em dezenas de vantagens assim que podem ser combinadas de todas as formas transformando a jogabilidade de artistas marciais quase tao complexa quando a jogabilidade do shapeshifter que tem variavel 10. Para isto eu lhes apresento...
Estamos acostumados a jogar nosso feijão com arroz em grupos de RPG. Aquele grupo clássico de mercenários tentando detonar um chefão do crime ou mago maligno.
Mas e se mexermos nisso aí e fazermos uma baguncinha aqui?
Em minha sequencia de postagens de Capela, resolvi trazer um estudo do que me levou a usar o formato de classes que escolhi, e estou trazendo uma adaptação minha do sistema de Jobs ou seja profissões (vou me referir como jobs mesmo por ser algo classico do jogo) da franquia Final Fantasy e como este sistema foi visto por mim para montar as estruturas usadas em Capela.
Se tem uma coisa que eu sei fazer bem é chafurdar na lama da polemica. E para não perder a mão vamos agora brincar com mais uma postagem que deu certo rebuliço ali na comunidade Mutantes e Malfeitores Brasil. O benditos e antigos pontos de vida, sera que eu tenho algo a mais para ponderar? Bora ter um dedinho de prosa...